Archive for May, 2006

Using numbers in PHP function names

May 18, 2006

In PHP, function names have to start with either an underscore or some alpha-numeric character. However, most developers choose just the underscore (especially in PHP5 applications) and an alphabet character.


There is a problem with using procedural code in PHP. If you have hundreds of functions then you are going to run into naming problems after a while. In PHP function names not protected by OOP classes have to have unique names. This is no problem if you are not using a hook system like that of WordPress or Drupal. These CMS are coded using the underscore character as a designation for a hook system. This “hook_action” is an example.

Well as the project grows and becomes more popular then you start running out of humanly understandble words and letters to use. That or the names become too long to be remembered during normal development. So why don’t developers use numbers in the name of their functions?

A nova avenida, os mesmos idiotas

May 18, 2006

Ainda não terminaram as obras de remodelação da Avenida dos Aliados e há dias vi alguns autocarros da STCP avançarem sobre os recém-reconstruidos passeios para poderem recolher correctamente os passageiros sem congestionarem o trânsito. É certo que os culpados não são apenas os motoristas, os idiotas das viaturas estacionadas na margem obrigavam a estas curiosas manobras que vão desfazendo os novos passeios. E espantamo-nos quando vamos a Paris, Barcelona ou Praga e não vêmos um único carro mal estacionado, não vêmos lixo no chão, vêmos ruas limpas e cuidadas.
Desengane-se quem pensa que vou apresentar uma solução mágica. Não. Os problemas e as soluções não são novas. Falta de civismo, falta de educação, falta de cultura, falta de respeito. Já foi tudo dito e repetido milhentas vezes. Mas como tudo por aqui, o dizer é diferente do fazer. (em situações concretas este tipo de atitude é comparável à cobardia, não?)
Mas hoje vi um sr. num automóvel que transportava o major Valentão (não era ele que conduzia, era só um cúmplice…) que não só passou por cima destes mesmos passeios como estacionou o seu super Audi no meio do mesmo, incomodando evidentemente toda a gente que por ali pretendia passar. E agora percebi a razão do alargamento dos passeios… Vocês também? Pois muito bem, para os amigos do Rio poderem confortavelmente estacionar os seus magnificos automóveis topo de gama. Mas é preciso compreender. Afinal de contas onde é que podia deixar o carro?! Só tinha ali perto o parque da Trindade ou o parque D. João I…

Reconstruam também novos idiotas. Obrigado.

L’equip blaugrana ha aconseguit la Lliga de Campions

May 18, 2006

"Són molts gols que hem cridat" e ontem foram mais dois.
O Arsenal bateu-se muitíssimo bem. Caiu de pé. Com uma excelente defesa e… Thierry Henry. Foi melhor do que qualquer equipa que defrontamos este ano.
Mas a Màgic Team mostrou novamente o que vale.

Fiquei quase sem voz no golo do empate do Eto'o e curiosamente não tive qualquer reacção no golo do Belletti. Somos, sem qualquer dúvida, a melhor equipa de futebol.

Um dos momentos mais brilhantes da história do futebol mundial foi a final do Campeonato do Mundo de 1974, em que a Holanda defrontou a RFA.
De um lado Cruyff, Neeskens, Rensenbrink ou Hanegem do outro Beckenbauer, Vogts, Müller ou Hoeness. No pontapé de saída, os jogadores da Holanda fizeram a bola passar por quase toda a equipa em 20 passes consecutivos. Quando a bola começava a rolar, desmanchava-se o tradicional 4-3-3 holandês, com transformações para 4-6-0 ou 2-1-7, por exemplo. Por norma, a Holanda asfixiava o adversário com uma forte marcação já na saída de bola do adversário. E quando essa bola era “roubada”, o jogador holandês tinha sempre um companheiro à sua esquerda e outro à direita, na expectativa de receber o passe. E se eventualmente a jogada fosse perdida, exercia-se, a partir dali, uma tripla marcação até então nunca vista.
A Holanda perdeu este jogo. Não levou o "caneco" para casa. Tal como perdeu a outra final 4 anos depois.
No entanto, quem sabe o que é futebol reconhece tanto esta Holanda de Michels como o Brasil penta-campeão. O futebol é um jogo, os títulos nem sempre são merecidos.

Mas este do FC Barcelona foi merecido. Difícil mas merecido. 

Mès que un club

May 17, 2006

Champions-Final.jpg

É hoje.

É caso único na história da Champions, mas o Barça terá hoje a sua terceira final numa única edição da prova. Segundo os "especialistas" o jogo do Chelsea foi uma final antecipada. O do Milan também. E passamos os dois com classe.
E agora o Arsenal do Henry. Do Cesc, do Reyes, do Ljungberg e do Lehmann. Este Barça joga futebol como nunca vi. Uma nova edição do Futebol Total? O Rinus Michels ficaria certamente (mais uma vez) orgulhoso do "seu" Barça.

Quer ganhe por 5-0, quer ganhe 1-0, quer empate 3-3, este Barça faz com que valha a pena passar 90 minutos a ver um qualquer jogo seu. Do melhor futebol que há. E o segredo deste Barça não é o Ronaldinho, o Deco, o Eto'o ou o Messi. Este Barça não é uma colecção de individualidades. É uma equipa. A melhor equipa do Mundo.

Uma referência também para o tranquilo Rijkaard. Ninguém (re)conhecia as suas qualidades de treinador antes de chegar ao Barça. Mas aqui ele criou o seu estilo. Aqui mostrou as suas qualidades. É trabalhador, educado, atento, inteligente, ganhador. Admirado por todos os que gostam deste desporto. Tal como Michels no Ajax e no Barcelona, tal como Sacchi no Milan dos anos 90, tal como Cruiff na Dream Team do Barça.

Moltes gràcies per futbol i felicitats!

Fátima – A manutenção do embuste

May 16, 2006

Fátima, S. A. teve neste 13 de Maio uma multidão de clientes atraída pela campanha mediática, organização profissional de peregrinações e pelo período de crise que se vive, propenso à superstição e ao fanatismo.

Mas a ICAR já pressentiu que os peregrinos estrangeiros esmorecem com a escassez de milagres e a orquestração de um evento que tresanda a falsidade.

São mais os peregrinos atropelados nas maratonas da fé do que os sinais do divino.

Para prolongar a vida do negócio a ICAR tirou da cartola um anjo que teria visitado o local um ano antes da Virgem. Já começou a comercialização da trapaça. Já divulgou que os pastorinhos viram o anjo, uma espécie zoológica que se julgava extinta e que, afinal, estacionou na Cova da Iria.

Fátima era lugar privilegiado para carreiras regulares entre o Céu e a Terra, quando a fé era mais importante do que a escola, a religião mais respeitada que a ciência e os padres mais convincentes do que os professores.

Assim, o anjo pôs as asas das longas viagens, escovou as penas, fez a higiene matinal e partiu para a Cova da Iria. No Céu era um infeliz entre a numerosa fauna. Na Terra teria três crianças à sua espera, ansiosas pela conversão da Rússia e pela adopção do terço como terapêutica de primeira linha nas mais diversas moléstias.

Ninguém sabe o que veio fazer a criatura mas o pasmo entre os créus cresce e a ICAR já testou a mercadoria. Sob os auspícios do anjo voador vêm mais peregrinos, caem mais uns óbolos e prolonga-se o período de exploração do mais astuto ardil para manter viva a fé e perpetuar a superstição.

É um embuste que a máquina eclesiástica já pôs a render e que, com as canonizações previstas, assegura o retorno dos investimentos imobiliários com benefícios acrescidos no campo da publicidade e na conversão das almas.


de Carlos Esperança publicado em ateismo.net

Software livre na Venezuela

May 15, 2006

O documentário sobre o SL na Venezuela.

Pode ser descarregado aqui, aqui ou aqui.

Día de la catástrofe palestina: al-Nakba

May 15, 2006

El 15 de mayo, el día del gran recuerdo, no miramos atrás para desenterrar la evidencia de un crimen pasado, porque al-Nakba [El Desastre] es un presente extendido que augura mantenerse en el futuro. No necesitamos nada para recordar la tragedia humana que hemos padecido durante los últimos 53 años: seguimos viviéndola en la actualidad. Seguimos resistiendo sus consecuencias, aquí y ahora, en la tierra de nuestra patria, la única que tenemos. Mahmud Darwix, poeta palestino

En 1897 en Basilea, Suiza, lugar de celebración del primer congreso sionista de los judíos, es donde se menciona por primera vez el nombre de Palestina como futuro hogar nacional de los judíos.

A partir de aquellos momentos empiezan los líderes judíos sionistas a planear y tejer una serie de acciones en todos los ámbitos para cumplir el sueño de llevar a todos los judíos del mundo hacia Palestina e implantarlos en aquel país, sin importarles si allá había o no un pueblo con sus raíces arraigadas desde los tiempos de la aurora de la humanidad.

El proyecto sionista en las primeras décadas post-congreso sufrió un revés y fracasó en colonizar a Palestina. Ello se debió a varias razones, entre ellas el rechazo del Imperio Otomano de venderles Palestina, a pesar de las grandes sumas de oro ofrecidas por la Agencia Judía Internacional, ya que esas tierras tienen un valor religioso muy importante, inclusive para los turcos musulmanes, por Jerusalén y su mezquita (ALAQSA) mencionada en el Corán.

En lo práctico y cotidiano era difícil convencer a un europeo, sólo por profesar la religión judía, de abandonar su patria (sea Alemania, Polonia, Francia, etcétera) y emigrar hacia Palestina para construir un hogar nacional, sólo para judíos, y dejar una Europa surgente, pujante en su desarrollo industrial, adelantada en todos los aspectos de la vida y, comparándola con Arabia y Palestina particularmente –una zona que estaba sufriendo el colonialismo turco, por más de cuatrocientos años-, una zona atrasada, a propósito, en los aspectos económicos, sociales, educacionales, etcétera, por culpa del Imperio Otomano.

Unos pocos miles de judíos (menos de 30 mil) fueron emigrados hacia Palestina, tratando de convivir junto a los árabes. Pasaron los años y casi se entierra el proyecto sionista, hasta que empiezan a ver posibilidades reales en el terreno, que permiten realmente llevar a cabo dicho proyecto, los cuales puedo resumir en tres aspectos principales:

Uno: Declaración de Balford

Aprovechar los acontecimientos de la Primera Guerra Mundial y acercarse a Gran Bretaña (potencia líder mundial), hasta arrancarle una promesa al canciller británico de aquel entonces, de otórgales a los judíos una parte de Palestina para “construirles un hogar nacional para ellos”. Dicha promesa (Declaración de Balford, 1917) finalizando la Primera Guerra Mundial, les sirvió como plataforma política y fue de gran apoyo, hasta 1948, para llevar a cabo el proyecto colonialista más cruel, humanamente hablando, y el más protegido por las potencias políticamente.

Dos: aprovechamiento del fascismo europeo

Aprovechar el surgimiento del fascismo en Europa a finales de los años 20 del siglo pasado, hasta que terminó la Segunda Guerra Mundial. Todos sabemos cómo fueron tratadas las masas judías por el fascismo europeo: en Italia, con su líder fascista Moussolini; en España, con su líder Franco; y todos los nazis y su líder fascista Adolfo Hitler.

Los judíos fueron diseminados, humillados, asesinados por dichas fuerzas en casi toda Europa, situación que fue altamente aprovechada por el movimiento sionista internacional para captar a esas masas de judíos y convencerla fácilmente para emigrar hacia Palestina, y construir ahí su paraíso.

Tres: falta de apoyo pan-arábico hacia Palestina

La falta de un apoyo pan-arábico eficaz al indefenso pueblo palestino en su lucha, tiene como razón fundamental, la naturaleza de los regímenes árabes en aquel entonces, recién constituidos, nombrados por el mismo imperio colonial extranjero antes de salir de la región, o sea regímenes que no representaban los verdaderos intereses de los pueblos, sino de una elite dependiente de los amos occidentales y más bien su rol era negativo, porque al negarle la ayuda material y logística a los palestinos fue justificada dicha negativa por la presencia de unidades militares de sus ejércitos que benefició al Estado Sionista recién constituido en el corazón del mundo árabe, en Palestina, nombre que ha querido ser borrado del mapa oficial mundial, a la vista y paciencia de los gobernantes árabes pro-occidente.

Pero no todos saben que las fuerzas armadas de judíos provenientes de Europa, estaba formada por grupos terroristas, que iniciaron un plan bien estudiado para ocupar poco a poco los lugares más importantes de la Patria Palestina, usando todos los métodos y contando con la venia incondicional de los británicos en su protectorado, “Palestina”.

Como consecuencia de dicho plan sionista, el pueblo palestino enfrentó dicha confabulación mixta británico-sionista, la que rechazó, enfrentó y resistió usando las fuerzas a su alcance en aquel tiempo. Pero, sin armas adecuadas, sin una dirigencia clara y unida, sin un apoyo pan-arábico real y eficaz, no pudo vencer y fueron destruidas más de 420 aldeas y poblados, expulsados de sus tierras y casas cientos de miles de pobladores en pocos años.

Masacres como la de Yassin y Kafr Qasem son ejemplos de lo que pueden hacer esas nuevas fuerzas sionistas en la vida.

El 14 de mayo

Las intenciones de los británicos estaban principalmente enfocadas en garantizar a los judíos las bases políticas, jurídicas y materiales, al entregarles parte de Palestina como un hogar, pero las intenciones del alumno superaron al maestro.

Ellos asumieron el 45% del territorio palestino (que les fue destinado en la resolución No. 181 de Naciones Unidas de 1947) y siguieron avanzado hasta alcanzar el 75% del territorio total de Palestina. El 14 de mayo de 1947 surgió por primera vez el Estado de Israel en el territorio palestino, ocupando la parte que le fue asignada, más la que ellos tomaron de la parte árabe-palestina.

Con los años se convirtió el tierno cordero en un lobo feroz que terminó con la ocupación de toda la Palestina histórica, en la famosa guerra relámpago de los seis días, en 1967. Y con ello y resultado de ese conflicto, el 60% del total del pueblo palestino vive fuera de su tierra, de donde fue arrancado, sin derecho de retornar a sus casas, tierras y propiedades, a pesar de todas las resoluciones de las Naciones Unidas, tanto del Consejo de Seguridad como de la Asamblea General.

Nosotros los palestinos, antes de todo, sabemos que Dios es grande y se hará justicia para nuestro pueblo, un día, mientras debemos continuar presionando para que las potencias mundiales en general, y la usamericana en especial, tomen cartas en el asunto y apliquen la ley internacional, por ejemplo, ejecutar las resoluciones del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, como las Res. No.191, 242, 338, por mencionar algunas, que están destinadas a hacer justicia.

Hasta ahora las administraciones usamericanas sucesivamente se han preocupado de hacer justicia a sus intereses. Es por ello que los representantes usamericanos han abortado más de 24 intentos del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, a través del derecho al veto, a proyectos de resoluciones encaminadas en hacerle justicia al pueblo palestino ¿Por qué la administración usamericana refleja a las fuerzas vivas de nuestro pueblo como fuerzas terroristas? ¿Por qué EE.UU. presenta al negro como blanco y al diablo como ángel? ¿Por qué EE.UU. no dice de una vez por todas, que ellos no tienen principios morales que rigen su política exterior, sino intereses materiales y económicos, y que no hay diferencia entre estar al lado del diablo o de los ángeles con tal de protegerlos, aunque violen así todas las normas y principios morales del hombre?

Nuestras manos heridas todavía pueden extraer la marchita rama de olivo de los escombros de la masacrada arboleda, pero sólo si los israelíes alcanzan la edad de la razón y reconocen nuestros legítimos derechos nacionales, definidos por las resoluciones internacionales, entre las cuales destacan el derecho al retorno, la retirada completa de los territorios palestinos ocupados en 1967 y el derecho a la autodeterminación y a un estado independiente y soberano con Jerusalén como capital.

De igual modo que no puede haber paz con ocupación, no puede haberla entre amos y esclavos.

La comunidad internacional no puede, como hizo en el año de al-Nakba [1948], cerrar los ojos por mucho más tiempo ante lo que está ocurriendo en la tierra de Palestina.


Sharif Mazen es un palestino residente en Nicaragua.
Fonte: rebelion.org

Le monde est plus dur quand il n’est pas conçu pour vous

May 12, 2006

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NOTA: É urgente ser-se inteligente.

Get Involved

May 12, 2006


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EU Commission proposes to criminalise European software industry

May 12, 2006

Brussels, 12 May 2005. The Commission's recently relaunched "Enforcement Directive" (IPRED2, 2005/0127 (COD)) proposal aims to criminalise all intentional and commercial IP infringements in order to "combat organised crime" and to "protect national economies and governments". This however results in the Commission exceeding its competence and is criminalising many EU businesses with unjustified and ill-conceived measures.

A company may infringe on a patent if it thinks the patent would not stand up in court. This is common business practice, in particular in the software industry where most patents are granted on insufficient legal grounds. And while Commission is seeking to criminalise this practice, the US is reconsidering its "treble damages" policy in such cases precisely because of widespread abuse.

Jonas Maebe, FFII board member, comments: "Does the Commission really intend to criminalise Europe's entire software industry? Can it name even one computer program which does not infringe on a single patent granted by the European Patent Office? It seems they want to replace the Lisbon goals with an Alcatraz program."

"The EU-Commission proposed means which divert law enforcement resources and which are not well suited to combat organised crime" adds André Rebentisch, FFII WIPO representative. "Appropriate definitions for counterfeiting and copyright piracy are already available in other EU regulations, but here the Commission prefers rather vague terminology which puts our knowledge economy at risk." http://wiki.ffii.org/Ipred2060510En

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Background information
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* Patent infringements currently constitute a criminal offence in 10 of the 25 member states. In the Netherlands the government previously already proposed to take patent infringements out of criminal law, exactly because in practice criminal provisions are generally unsuited and unused for handling such issues.

* The proposal stresses that law enforcement bodies should start investigations at their own initiative, i.e. without a complaint from right holders. Law enforcement officials however are often unaware, and rightly so, about private or even public licensing agreements. See e.g. a UK Trading Standards official having a hard time believing that ",1] ); //–> Ante Wessels, FFII analyst, notes: "In only 10 of the EU's 25 member states patent infringement is a crime today. Does this lead to distortion in trade, does it give the countries in which it is not a crime a competitive advantage? Nobody has ever claimed such a thing. Therefore there is no legal ground for including patent infringement in this directive. There are 10 more IP rights for which this question has to be answered."

Pieter Hintjens, FFII President, concludes: "We're very concerned when we see IP enforcement being idolized like this, regardless of the consequences. There is a huge and vital debate about whether we need patents at all in the software industry. This law ignores that debate and seeks to enforce those patents, labeling businessmen as common criminals, terrorists, or mafiosi."

A full analysis is available at http://wiki.ffii.org/Ipred2060510En